quarta-feira, 22 de maio de 2013

Alecrim combate radicais livres e reduz colesterol


Pesquisadores ingleses publicaram recentemente um estudo comprovando que o Alecrim possui efeitos antioxidantes, amenizando o estresse oxidativo (radicais livres) e ainda, reduz os níveis de colesterol LDL-c.



Foram aferidos os marcadores oxidativos: Catalase, Glutationa Peroxidase e Superóxido Dismutase.

Já os níveis de colesterol foram aferidos novamente após 4 semanas de uso contínuo com Alecrim.

Além de ser um tempero barato e saboroso, você pode ter seu próprio “pé” em casa.





Paulo Mendes
Nutricionista - CRN 6683/DF
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sexta-feira, 17 de maio de 2013

7-Keto e seus benefícios


A pedidos, hoje falo um pouco sobre o 7-Keto.


O 7-Keto, é um complemento/suplemento que está ganhando força por mostrar resultados bem satisfatórios nas pesquisas.




Seus efeitos são similares aos do DHEA (hormônio associado ao metabolismo da testosterona), porém, demonstra ser mais eficiente para os mesmos objetivos.


Os benefícios incluem efeito anti-obesidade, anti-osteoporose, anti-diabetogênico, aumento da massa muscular, do desejo sexual; e até mesmo maior termogênese (queima de gordura) em repouso; este último associado à maiores concentrações de T3 (hormônio da tireóide) no sangue.


É indicado principalmente para pessoas com hipotireoidismo e homens e mulheres já na meia idade.



Paulo Mendes
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segunda-feira, 13 de maio de 2013

BCAA: antes ou depois?


Dúvida muito comum no consultório: "Paulo, BCAA antes ou depois do treino?" 


Como os BCAA's possuem tanto efeito anabólico como anti-catabólico, a conduta pode variar bastante.






Para os que buscam performance em exercícios aeróbios, geralmente faz parte da conduta ofertar antes do treino.

Já os que buscam hipertrofia muscular, favorecemos o anabolismo ofertando após a atividade, geralmente acompanhada de fontes glicídicas (carboidratos) e protéicas.

E os que desejam enfatizar a perda de gordura, pode-se oferecer antes, depois ou antes e depois.

Claro, que o fator principal para os objetivos descritos é a alimentação direcionada.

Bons treinos e ótima semana a todos!



Paulo Mendes
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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Coenzima Q10 e câncer de mama


Baixos níveis circulantes de Coenzima Q10 (CoQ10) tem sido associados ao aumento da incidência de determinados tipos de câncer e no prognóstico dos mesmos. 
Neste estudo, pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, dosaram os níveis circulantes de CoQ10 no sangue e tecidos de pacientes com câncer de mama e em um grupo controle.



As concentrações de CoQ10 foram expressivamente mais baixas nos pacientes com câncer de mama, quando comparadas ao grupo controle.
Concluíram que, possivelmente, a Coenzima Q10 pode ter um efeito determinante tanto na prevenção, quanto no combate à esta patologia. 

Fontes naturais: abacate, brotos, açaí, amendoim e sardinha.




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terça-feira, 23 de abril de 2013

Tribulus terrestris pode melhorar a função erétil


Há séculos, o extrato de Tribulus terrestris (Tt) tem sido usado como afrodisíaco. No entanto, não muito se sabe sobre os efeitos e mecanismos de ação na ereção peniana. Pesquisadores da Associação de Urologia coreana investigaram os possíveis efeitos eretogênicos advindos desta planta.

Os efeitos na pressão e relaxamento do Corpo Cavernoso (CC) – porção do pênis com maior quantidade de sangue durante a ereção – foram investigados em coelhos e ratos, após administração contínua de Tt por 1 mês. Para melhor controle bioquímico, foram monitorado também, as quantidades de AMPc (Monofosfato Cíclico de Adenosina) e GMPc (Monofosfato Cíclico de Guanina).



Ao final da pesquisa, os pesquisadores avaliaram que o extrato de Tribulus terrestris induziu maior pressão e por mais tempo no CC. Explicação associada à maior produção de Óxido Nítrico (gás com efeito vasodilatador) no pênis; além de maiores concentrações séricas de Testosterona, hormônio sexual diretamente coligado as reações fisiológicas inerentes ao ato sexual. Concluíram, então, que o extrato de Tribulus terrestris pode melhorar a função erétil.

Referências Bibliográficas:
Jungmo Do, Seemin Choi, Jaehwi Choi and Jae Seog Hyun. “Effects and mechanism of action of a Tribulus terrestris extract on penile erection”. Korea J Urol. 2013 March 15, 54(3): 183-188.


Paulo Mendes

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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cobre, Selênio e Zinco e sua relação com patologias da Tireóide


Pesquisadores do Departamento de Cirurgia Geral da Polônia avaliaram possíveis diferenças nas concentrações sanguíneas de Cobre (Cu), Zinco (Zn) e Selênio (Se) no tecido tireoidiano de pacientes com distúrbios nesta glândula. Os Oligoelementos foram determinados por reflexão total de fluorescência de raios X. Os níveis destes metais no sangue, bem como os valores médios das razões Cu/Zn, Cu/Se e Zn/Se nos pacientes com câncer da tireóide, foram significativamente mais elevados que nas outras patologias e no grupo controle. No entanto, as concentrações médias de Zn e Se, no tecido da tireóide de pacientes com câncer, foram significativamente menores do que no tecido dos outros pacientes. Além disso, as proporções médias de Cu/Zn e Cu/Se, no câncer da tireóide foram maiores que nos pacientes com outras doenças.


Portanto, os pesquisadores concluíram que níveis mais elevados de Cobre e Zinco, bem como as razões Cu/Zn; Cu/Se e Zn/Se relacionadas no sangue dos pacientes com câncer da tireoide podem sugerir a progressão da doença na glândula. Também, as baixas concentrações de Zn e Se no tecido tireoidiano podem ajudar no diagnóstico do processo cancerígeno. 

Sendo assim, a ingestão adequada de tais minerais é de extrema importância para prevenir e manter o bom funcionamento e integridade da tireóide.

Paulo Mendes
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Referências Bibliográficas:

Kucharzewski, M.; Braziewicz, J.; Majewska, U.; Gózdz, S. “Copper, zinc, and selenium in whole blood and thyroid tissue of people with various thyroid diseases”. Biol Trace Elem Res. 2003 Summer; 93(1-3): 9-18.


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Hypericum perforatum - Uma alternativa para a depressão

Hypericum perforatum (HP), pertencente à família das Híperícaceae, é uma espécie nativa da Europa, Ásia e África, aclimatada nos Estados Unidos. Os antigos alegavam que as propriedades mágicas do Hypericum perforatum eram, em parte, devidas ao pigmento vermelho fluorescente, um flavonóide denominado hipericina que escoa como sangue das flores esmagadas.

O extrato de HP tem ampla utilização, principalmente em alguns países da Europa, no tratamento de quadros depressivos de intensidade leve a moderada. Como todo fitoterápico, o extrato de HP apresenta uma grande quantidade de grupamentos químicos biologicamente ativos (fenilpropanos, flavonóides, biflavonóides, taninos, proantocianidinas, xantonas, floroglucinóis, naftodiantronas, óleos e aminoácidos). Grande parte dos estudos  considera que a ação antidepressiva se deve à hipericina, pela qual a maioria dos preparados comerciais são padronizados. Quanto à farmacologia clínica do HP, artigo publicado no Jornal Brasileiro de Psiquiatria em 2001, apresentou ampla revisão sobre seus parâmetros farmacocinéticos e farmacodinâmicos. Sobre o provável mecanismo de ação do HP, Chen et al. identificaram, após dez dias de tratamento em animais, alterações das funções transportadoras de alguns neurotransmissores, com aumento em sítios serotonérgicos mesolímbicos, aumento dopaminérgico no tubérculo olfatório e diminuição dopaminérgica em área tegmentar ventral, além de modulação de receptores da serotonina e opióides. Ainda em animais, foi demonstrada ação antioxidante cerebral do produto e identificado que o HP reduziu significativamente os níveis de cortisol no córtex frontal. Recentemente, Müller  afirmou que o produto apresenta uma abrangência antidepressiva não encontrada em nenhum outro medicamento conhecido, por possuir ação inibitória sobre a recaptação da serotonina, da noradrenalina e da dopamina, além de modificar a neurotransmissão do GABA e do glutamato.


Além da prática clínica, considero a Erva de São João um paliativo para quem possui quadros de depressão diagnosticados. 


Referências Bibliográficas:

Bahls, SC; “HYPERICUM PERFORATUMIN THE ANTIDEPRESSANT TREATMENT: AN UPDATE”.  ARQUIVOS BRASILEIROS DE PSIQUIATRIA, NEUROLOGIA E MEDICINA LEGAL. VOL 99 Nº 04; OUT 2005.

Paulo Mendes
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